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Audiência Pública vai discutir os possíveis riscos ou benefícios do cigarro eletrônico e do tabaco aquecido.

Promovido pela Anvisa, a Agência de Vigilância Sanitária, o debate está marcado para a próxima quinta-feira, dia oito de agosto.



O objetivo é coletar dados científicos atualizados sobre os dois dispositivos, que hoje têm sua comercialização, importação e propaganda proibidos pela agência.

A indústria do tabaco defende a liberação dos produtos para auxiliar pessoas que querem parar de fumar.

Mas, de acordo com a Anvisa, não existem estudos que comprovem a segurança na utilização dos dois dispositivos.

Uma das preocupações é a alegação de que o cigarro eletrônico traz menos risco à saúde, sem que isso tenha sido demonstrado de forma clara, afirma a agência.



Em nota, a Anvisa completa que Isso pode induzir a uma falsa sensação de segurança e levar os não fumantes a aderirem ao dispositivo.

Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Nova York, nos Estados Unidos, indica que o cigarro eletrônico poderia aumentar o risco de danos ao coração, pulmões e bexiga.

Os dados, no entanto, não são conclusivos e devem levar alguns anos para serem confirmados.

A programação da Audiência Pública estará disponível no endereço:

portal.anvisa.gov.br.

As informações são do Correio Braziliense.