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Nos últimos anos a Europa vem adotando medidas rigorosas para reduzir as emissões em veículos novos. Hoje são diversas marcas que fabricam carros elétricos e, em 2019 o Parlamento Europeu impôs mais uma meta de redução, o que representa um verdadeiro desafio à indústria. No entanto, estas restrições também fomentam uma série de inovações, como por exemplo um tipo de diesel renovável fabricado a partir do óleo de cozinha usado, apresentado pela companhia americana Ford.

Uma opção aos derivados de petróleo, o HVO (Hydrotreated Vegetable Oil) pode incluir óleo de cozinha usado, gordura animal, óleo de peixe e subprodutos de processos industriais em sua composição. Por usar hidrogênio no processo de produção, ele é limpo e tem vida útil mais longa que o biodiesel convencional, reduzindo em até 90% os gases de efeito estufa.



A iniciativa surgiu da constante procura por substituir os derivados de petróleo. Atualmente existem inúmeras empresas na Europa dedicadas à coleta de óleo de cozinha usado em restaurantes, indústrias e escolas, que trabalham em conjunto com o governo através do programa RecOil.

Assim como a Europa, o Brasil é um dos maiores produtores de biodiesel do mundo. Atualmente, cerca de 11% do diesel fabricado aqui são provenientes de misturas de biodiesel produzido a partir do óleo de soja.

Fonte: Hypeness