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Cervejaria Backer pede para que consumidores não bebam a cerveja Belorizontina, vendida em Minas Gerais, qualquer que seja o lote, até que as investigações e análises sejam concluídas.

A orientação também vale para a cerveja Capixaba, que possui a mesma fórmula mas tem rótulo diferente por ser comercializada no Espírito Santo.



As recomendações foram dadas em entrevista coletiva pela diretora de Marketing da empresa, Ana Paula Lebbos.

A profissional lembra que a contaminação da cerveja é apontada como uma das possíveis causas para o quadro clínico das vítimas com síndrome nefroneural.

Algumas delas teriam ingerido a bebida em Belo Horizonte.

A gerente de Marketing da Backer reforça que a empresa nunca usou dietilenoglicol e que é um mistério saber como a substância foi encontrada na bebida.



Considerada tóxica, ela pode ter relação com os sintomas de insuficiência renal e alterações neurológicas apresentados pelos pacientes.

A fábrica admite que utiliza monotilenoglicol no processo de resfriamento dos tanques para produção de cerveja, assim como ocorre em centenas de cervejarias do mundo.

Nesta semana, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento solicitou a retirada das 22 marcas da Backer do mercado.