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Custo de vida do brasileiro deve fechar o ano 3,33 por cento maior.

A previsão aparece no boletim Focus, do Banco Central, que reúne a opinião das principais instituições financeiras do País.



O número representa uma pequena alta, na comparação com a pesquisa anterior.

Mas está dentro da meta definida pelo Governo, que considera aceitável um aumento de preços entre 2,75 e 5,75 por cento ao ano.

Para o trabalhador entender melhor, caso a previsão se confirme, quem gastava 600 reais com a compra do mês pode ver o valor subir para 620.

Quanto ao crescimento da economia do País, a projeção estacionou em 0,92 por cento.



O que é menos que os avanços do PIB em 2017 e 2018.

No começo do ano, os economistas apostavam que, com o novo governo, o Brasil cresceria quase três vezes mais do que isso.

Porém, dúvidas quanto à aprovação de reformas, em Brasília, e polêmicas, como a interferência do Governo no trabalho de estatais e no preço da gasolina, podem ter desanimado o mercado.