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Cerca de 30 por cento das mulheres diagnosticadas com HIV apresentam depressão e ansiedade ao saber que estão com a doença.

Entre os pacientes do sexo masculino, o índice é de 14 por cento, de acordo com estudo da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, a UFMG.

A orientadora da pesquisa, Palmira Bonolo, diz que a mulher se sente mais cobrada que o homem e é menos acolhida pela família quando diagnosticada com Aids.



Ela alerta que os profissionais de saúde devem ficar atentos aos sinais de ansiedade e depressão, para encaminhar o paciente ao tratamento psicológico.

A especialista lembra que o HIV deixou de ser uma sentença de morte e que, hoje, quem tem o vírus consegue ter qualidade de vida.