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25 de setembro! Dia do Rádio. Data para celebrar este veículo de comunicação que está mais vivo do que nunca.

O rádio ganha fôlego à medida que se adapta às novas tecnologias, e, este ano, em meio à pandemia de coronavírus, tem se mantido presente e relevante na vida dos brasileiros



Uma pesquisa realizada pela Kantar Ibope Mídia em 13 regiões metropolitanas do país revela que 78 em cada 100 brasileiros são ouvintes de rádio. Desses, 3 em cada 5, fazem isso todos os dias.

Cada ouvinte passa, em média, 4 horas e 41 minutos por dia acompanhando a programação, seja no carro, no trabalho, em casa ou em qualquer outro lugar.

Aliás, o rádio comum ainda é o dispositivo preferido dos ouvintes, 81% ouvem a programação sintonizando pelo dial, 23% dos ouvintes o fazem polo celular, 4% em outros equipamentos, como tablets, por exemplo, e 3 em cada 100 ouvintes usam o computador para ouvir rádio.

A pesquisa Kantar Ibope revelou, também, que o rádio conversa com audiências de todas as faixas etárias, mas a média de ouvintes entre as pessoas mais jovens é maior que entre os mais velhos.



Destaque para os brasileiros entre 20 e 49 anos de idade: 83 em cada 100 pessoas dessa faixa etária são ouvintes de rádio.

Sem dúvida, uma das principais características do rádio é o potencial de seu alcance e a capacidade de se conectar a pessoas de todos os gêneros, classes sociais e idades.

Afinal, tem programação para todos os tipos de gosto. E é a maneira eficaz de informar, engajar e conectar que faz do rádio um meio com grande potencial para comunicar produtos e serviços aos mais diferentes públicos.

E esse é outro ponto do levantamento Kantar Ibope que merece destaque.

Nos primeiros seis meses deste ano, 5.200 anunciantes investiram em rádio para comunicar um total de 6.200 marcas.

Desses, 2.700 são exclusivos, ou seja, anunciantes veiculam publicidade somente em rádio e em mais nenhum outro meio de comunicação.

A Kantar Ibope fez uma análise dos diferentes setores que anunciaram no rádio no primeiro semestre de 2020.

Destaque, segundo levantamento, para Serviços ao Consumidor, Comércio e Financeiro/Securitário. Juntos, esses setores concentram 68%  dos investimentos, ou seja, mais de 2/3 do total.