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O sociólogo Mark Granovetter divide nossas amizades entre amigos ativos e passivos. Ele destaca que, além de cultivarmos laços fortes de amizade, também devemos nos dedicar àqueles que são meros conhecidos, os chamados amigos passivos.

Essa ideia é reforçada por um estudo da Universidade de Columbia, que aponta que quanto mais “laços fracos” com outras pessoas nós desenvolvemos, mais felizes somos. Além disso, amigos podem mudar de categoria: com o tempo, os conhecidos se tornam próximos e nossos amigos de infância vão se tornando verdadeiros estranhos, com quem nos encontramos poucas vezes ao ano.



Apesar disso, o psicólogo Miguel Ángel Rizaldos destaca que é importante identificar quais são nossos amigos ativos e passivos. O passivos são formados por aquelas pessoas com quem compartilhamos alguns momentos, mas sem estabelecer relações mais fortes.

Em contrapartida, os amigos ativos são aqueles com quem compartilhamos valores e desenvolvemos uma relação mais profunda. São relações de extrema importância, formadas por pessoas em quem podemos confiar em diversas situações e, por isso mesmo, devem ser mantidas.

É a estes amigos que, segundo o psicólogo, devemos reservar mais tempo de qualidade, buscando encontrar brechas na agenda para tomar um café ou sair juntos. Se não fizermos isso, há o risco de esta amizade cair de categoria e tornar-se uma amizade passiva.

Fonte: Hypeness