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Uma pesquisa realizada com 983 pessoas, com média de idade de 78 anos, revelou que questões ligadas à alfabetização, memória e outras características neurológicas podem interferir diretamente no processo de demência ao logo da vida. Desse grupo, os 238 analfabetos estudados representaram um índice três vezes maior de perda de memória do que os demais.

O estudo constatou que as pessoas analfabetas desenvolveram demência mais cedo do que as pessoas alfabetizadas. Embora estudos anteriores não tivessem conseguido provar a relação entre os fatores, A nova pesquisa apresenta dados consistentes que referenciam a importância de manter a mente ativa ao longo da vida com atividades como a leitura e a escrita.



Homens e mulheres apresentaram índices muito semelhantes no estudo, embora mulheres costumeiramente sejam mais afetadas por doenças como o Alzheimer.

Fonte: Mega Curioso