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Em dezembro do ano passado, a Comissão especial da câmara dos deputados aprovou um aumento da pena para quem pratica abuso de animais no país. A punição agora passa de três à cinco anos de reclusão, além do pagamento de multa e proibição de adotar novos animais.

Entretanto, o juiz aposentado Michael Cicconetti, de Painesville, Ohio, nos Etados Unidos, costumava aplicar punições um pouco diferentes para quem cometesse esse tipo de crime. Segundo ele, essa era uma forma de fazer com que os agressores “provassem do seu próprio veneno”.



As penas aplicadas pelo juiz para abuso de animais não eram ilegais ou consideradas perigosas, mas apenas uma forma de fazer com que essas pessoas realmente começassem a respeitar os bichinhos. De acordo com o juiz, ele começou a aplicar punições alternativas porque percebeu que, ao serem presos, os agressores continuavam a cometer os mesmos crimes. Com essa nova abordagem, seria possível aplicar uma pena proporcional ao crime cometido.

Quais eram as penas aplicadas pelo juíz para abuso de animais? Uma mulher que teria abandonado 35 filhotes de gatos em uma floresta foi condenada a passar uma noite também em uma floresta, apenas na companhia de policiais para garantir a sua segurança. Essa seria uma forma de fazer com que a criminosa tivesse que passar pelas mesmas dificuldades que os animais.

Em outra situação de abuso de animais, uma mulher que deixava seu cachorro em péssimas condições de higiene foi sentenciada a passar o dia em um lixão da cidade. Assim, ela experimentaria como é ficar sujo por longos períodos. Ao dar a sentença, o juíz disse:

“Quero que você vá até o lixão do condado, ao aterro, e quero que eles (policiais) encontrem o lugar mais fedorento, malcheiroso e horrível que puderem encontrar naquele lixão, e quero que você fique lá durante oito horas amanhã para pensar no que você fez com aquele cachorro. Se você vomitar, tudo bem”.



Fonte: Mega Curioso