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A justiça de São Paulo negou a uma mulher chamada Dilma a possibilidade de trocar de nome. Na ação, que corre desde maio do ano passado, ela dizia que passou a sofrer “bullying” por ter o mesmo nome da ex-presidente do Brasil. Ela queria se chamar Manuela, uma homenagem ao pai, Manuel, já falecido. A advogada de Dilma afirmou que sua cliente vai recorrer da decisão.

Em nova entrevista, Dilma diz que ficou triste com o desfecho. “Continuo sofrendo bullying. Sei que o impeachment já aconteceu e a Dilma (Rousseff) aparece menos no noticiário. Mas não posso falar meu nome sem que pessoas deem risada. Não quero mais este nome”, afirma.



Segundo a decisão judicial, “Dilma constitui prenome corriqueiro. Em princípio, não se trata de nome notoriamente vexatório”, escreveu o juiz Fábio Henrique Falcone Garcia, do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Para o magistrado, “atualmente, Dilma Rousseff não é figura central nos noticiários, cuja atenção se volta aos mandatários do momento. Por isso, eventual constrangimento não pode ser atribuído ao nome em si. Dilma rebate. “O juiz não sabe o que eu passo diariamente”.

Fonte: BBC Brasil