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O Alzheimer é a forma de demência mais comum e se agrava como passar do tempo.

O paciente, geralmente idoso, vai perdendo as funções cognitivas, como memória e linguagem, devido à morte de células cerebrais.



A Organização Mundial de Saúde estima 152 milhões de casos da doença em todo o mundo até 2050. De acordo com a OMS, quase 10 milhões de pessoas desenvolvem demência a cada ano.

Estudos variados indicam que a influência genética pode representar de 1 a 5% dos casos.

Portanto, acredita-se que fatores externos sejam determinantes no desenvolvimento da doença.

A idade é, sabidamente, o principal fator de risco e o estilo de vida também interfere.



Diversos estudos apontam que hábitos saudáveis podem evitar ou ao menos retardar o aparecimento do Alzheimer.

Um deles foi realizado na Universidade de Exeter, na Inglaterra, e concluiu que bons hábitos reduzem o risco de sofrer de demência, independentemente da carga genética com a qual a pessoa nasceu.

Para chegar aos resultados, os pesquisadores acompanharam cerca de 200 mil pessoas com idades entre 60 e 74 anos no Reino Unido durante oito anos, avaliando hábitos como tabagismo, atividade física, consumo de álcool e também a dieta de cada um.

Foram realizadas também análises sanguíneas e genéticas.

Segundo os cientistas, entre as práticas que garantem uma saúde melhor e ajudam a evitar ou retardar o Alzheimer estão atividade física regular, leitura e jogos de tabuleiro, além de uma dieta saudável e de ter boas relações sociais, para garantir sentimentos de autoeficácia e autoestima, que também estão relacionados à manutenção da função mental.