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Trinta e dois jovens brasileiros, meninos ou meninas, com idade entre 10 e 19 anos, são assassinados por dia.

A maioria das vítimas é negra, pobre, do sexo masculino e vive nas periferias das grandes cidades.



As informações aparecem em relatório da Unicef, sobre os 30 anos da Convenção sobre os Diretos das Crianças.

O texto mostra, ainda, que os homicídios caíram, na última década, entre os jovens brancos. E cresceram entre os não brancos.

Além da violência, atrasos na educação também são considerados problemas graves.

Existem, ainda, dois milhões de crianças e jovens fora da escola, no País. Sem falar naqueles que estudam, mas não aprendem.



Só no ano passado, cerca de três milhões e meio abandonaram a escola ou foram reprovados, isso apenas na rede pública.

Já na área da saúde, o relatório aponta problemas como a má nutrição e o fato de que menos gente tem tomado vacina.

O que trouxe de volta doenças como o sarampo.

Por outro lado, a Unicef também apontou avanços importantes.

Em 30 anos, a mortalidade infantil, no País, caiu de quase 50 para 13 casos a cada 100 mil nascimentos.

Enquanto o índice de crianças fora da escola recuou de 20 para menos de cinco por cento.