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Por trás da parceria que trouxe ao Brasil os testes da vacina de Oxford contra o coronavírus, algumas brasileiras se destacam na viabilização do acordo e na coordenação dos estudos.

Maria Augusta Bernardini, diretora médica da AstraZeneca no Brasil
Foto: Divulgação/AstraZeneca / Estadão Conteúdo

No campo da ciência, onde as mulheres, apesar de numerosas, ainda ocupam menos cargos de liderança do que os homens, foi uma mulher que intermediou a parceria entre o Brasil e o Reino Unido para trazer os estudos clínicos do imunizante ao País.



Os três centros de estudo da vacina no Brasil, em São Paulo, Rio e Bahia, têm à frente cientistas mulheres, assim como o braço brasileiro do laboratório farmacêutico AstraZeneca, que fez parceria com a Fiocruz para transferir a tecnologia do produto.

A fundação centenária, aliás, também tem como presidente uma mulher – a primeira em 120 anos de história. E até a primeira voluntária a receber a vacina também é uma cirurgiã dentista que atua na linha de frente de atendimento aos pacientes com covid.

Fonte: Terra