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Presidente Bolsonaro declarou, na terça-feira, que não descarta a hipótese de ter sido ação criminosa o derramamento de óleo em praias do Nordeste.

Ele salientou, no entanto, que é necessário esperar o resultado das investigações, ainda não concluídas.



Bolsonaro evitou comentar envolvimento de outros países, mas considera que o volume de óleo não é constante, o que dá a impressão de que tenha sido despejado no mar.

Uma das dificuldades para identificar as causas do acidente é a densidade do poluente – como um piche – mais pesado que a água salgada – que fica submerso.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou que o fluxo de óleo está em movimento constante, levado do mar para a costa, o que dificulta o recolhimento.

Segundo Salles, já foram retiradas mais de 100 toneladas de borra de petróleo das prais do Nordeste. A maior parte – 58 toneladas – concentrada no Estado de Sergipe.



Desde o começo de setembro, foram identificadas manchas de óleo em 132 pontos do litoral nordestino em 61 cidades de nove estados.