Compartilhe

Como os circos foram proibidos de se apresentar por conta da pandemia, uma das alternativas adotadas pelo Krone Circus de Munique, na Alemanha, foi ganhar alguns euros com a venda de potes de cocô de seus 26 leões e tigres ao preço de cerca de R$ 30 por unidade. Um negócio que pode, a princípio, não cheirar bem, mas acabou se revelando bem lucrativo.

A ideia escatológica começou como uma simples piada criada para chamar a atenção das pessoas e fazer com que esquecessem um pouco do sofrimento causado pela covid-19. Porém, os potes de cocô felino se tornaram tão populares que o circo foi obrigado a montar uma lojinha para vender o produto natural.



Em frente à loja foi colocado uma réplica enorme do emoji Cocô enquanto uma pessoa fantasiada de leão fazia diversas peripécias apresentando o produto. As aquisições de cocô foram direcionadas no começo a ajudar os animais do Circo e eventualmente para zoar alguns amigos e parentes com o “presente”. No entanto, algumas pessoas descobriram que o cocô de leão e tigre é um ótimo repelente para pragas de várias espécies.

Já um operador ferroviário japonês encontrou uma maneira de lucrar durante o período pandêmico: vender pedras de trilho do trem. E não apenas isso, elas estão enlatadas. As pedras vendidas são das ferrovias da Choshi Electric Railway, fundada em 1923 e que já passou por enormes adversidades durante sua existência.

Localizada na região de Chiba, no Japão, seu serviço depende quase inteiramente da circulação de turistas. As pedras estão sendo vendidas e apresentadas com várias funções, entre as citadas estão: grandes pesos de papel, itens colecionáveis para fãs de ferrovias ou armas rudimentares contra ladrões. Elas estão disponíveis na loja online do site oficial da Choshi e custam o equivalente a R$ 84.