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Pelo menos até o Carnaval, o brasileiro vai sentir, no bolso, o peso para manter a carne no cardápio.

A inflação do produto deve continuar pressionando o orçamento das famílias até fevereiro, avalia o coordenador do Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Getulio Vargas, André Braz.



Em novembro, a carne de boi acelerou a taxa de inflação, tanto no atacado como no varejo, reflexo do aumento das exportações para a China, que enfrenta forte epidemia de peste suína.

Apesar da alta, esse item não deve mudar a dinâmica na composição do IPC, que segue com folga, principalmente no setor de serviços e bens duráveis, para queda na taxa básica de juros, a Selic, hoje em 5 POR CENTO AO ANO.