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Custo de vida do brasileiro estaciona, no fechamento de setembro.

Pesquisa da Fundação Getúlio Vargas não apontou variação na média do Índice de Preços ao Consumidor Semanal, o IPC-S.



Os gastos com habitação, vestuário, saúde, educação, comunicação e transporte cresceram.

Porém, as despesas com alimentação despencaram 0,67 por cento e compensaram essas altas.

O preço do mamão papaya, por exemplo, caiu 31 por cento.

O do tomate caiu 20, o da cenoura 15, o da cebola 11 e o da batata nove por cento.



Já entre as despesas que ficaram mais caras, destaque para aluguel, plano de saúde e tarifa do telefone celular.

No acumulado de um ano pra cá, o custo de vida do brasileiro subiu 3,51 por cento.