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Desde 2013, ensino médio brasileiro não atinge índice de qualidade preconizado pelo Ministério da Educação.

Apesar do avanço em relação a 2017, última apuração do Ideb, que mede os níveis da educação, o resultado em 2019 ficou na média de 4,2.



A meta prevista era 5 na somatória do desempenho em escolas públicas e particulares.

Os dados foram divulgados na terça-feira pelo MEC.

Apenas o estado de Goiás superou a média nacional, com índice de 4,8 para a etapa.

O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica leva em conta a aprovação e desempenho dos estudantes em português e matemática. É medido a cada dois anos.



No ranking dos estados – definido por características de cada região – o Espírito Santo ocupa a primeira posição, mas também fica abaixo da média.

Nas escolas estaduais de todo o país, houve melhora de quase meio ponto no desempenho na comparação com a medição anterior.

Mesmo assim, a média geral – 3,9 – ficou abaixo do objetivo, que era chegar a 4,6.

Nas escolas públicas do Norte, cerca de 40% das cidades, e 21% das do Nordeste tiveram Ideb muito baixo, menor do que 3,1.

No Sudeste, a taxa menor foi registrada em 2% das cidades.

Apenas nas escolas particulares o índice de desempenho foi satisfatório, com nota 6 para o ensino médio.