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Se você pretende viver uma vida realmente longa, e pretende chegar com saúde e ânimo aos 100 anos, o melhor é olhar os hábitos e justamente a vida de quem conseguiu tal feito. Foi o que o escritor e pesquisador americano Dan Buettner fez: estudando as chamadas “Zonas Azuis” – cidades como Okinawa, no Japão, Nicoya, na Costa Rica, Icaria, na Grécia, Sardenha, na Itália e Loma Linda, nos EUA, cidades que são famosas pela longevidade de seus moradores.

O escritor procurou os fatores que tais populações teriam em comum. Além de uma rede de suporte social, exercícios diários e uma dieta baseada em plantas, um outro traço comum se destacou entre os mais velhos: a maioria das pessoas com mais de 80 ou 90 anos em todas essas comunidades tinham a jardinagem como hobby.

Segundo o escritor, a jardinagem não só traz os benefícios da vida ao ar livre, como também uma atividade física de baixo impacto, mas que se mantém rotineiramente, trazendo os já comprovados benefícios para nossa saúde física e mental que cuidar de plantas nos proporciona. Uma pesquisa australiana apontou recentemente que homens e mulheres na faixa dos 60 anos diminuem em 36% o risco de demência se forem jardineiros nas horas vagas.



Os benefícios, no entanto, não são somente diretamente físicos e mentais, mas também psicológicos: estudos comprovam que possuir um propósito, uma razão para viver, uma tarefa e um desejo diário ajudam uma vida longeva – e a jardinagem também entra em tal questão.

Da mesma forma, a conexão com outras pessoas, que observam, visitam ou mesmo compram produtos derivados dos jardins. Assim, cuidar da dieta, dos exercícios físicos e mentais, das relações, são fatores determinantes para uma vida longa – mas cuidar de flores e plantas também é literalmente um belíssimo componente para chegarmos aos 100 anos com saúde.

Fonte: Hypeness