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Iolene Lima, pastora da PIB/Igreja da Cidade de São José dos Campos | Foto: Twitter/Reprodução

Pedagoga com especialização em gestão, Iolene Lima será a nova secretária-executiva do Ministério da Educação.

A número 2 da pasta, que enfrenta polêmicas com nomeações, era diretora de uma escola batista evangélica de São José dos Campos, interior paulista, e atuava como diretora de formação do MEC.



O posto de Luiz Antonio Tozi, demitido na última terça-feira pelo presidente Bolsonaro, chegou a ser anunciado para Rubens Barreto da Silva, que segundo o blog de Renata Cafardo, no Estadão, não pode assumir por pressões internas.

Diversos grupos, entre eles, evangélicos e militares, se movimentam para indicar um novo nome para o ministério.

De perfil mais conservador, Iolene dirigia um colégio que prega a formação integral do ser humano para cumprir propósitos de Deus no mundo, com uma visão bíblica.

Em colisão com grupos ligados ao filósofo Olavo de Carvalho, influente entre os governistas, Tozi tentou impor um viés ideológico e foi duramente criticado por não apresentar propostas educacionais.



Agradar a esses grupos, como o dos evangélicos, é moeda de troca na articulação da Casa Civil, para garantir apoio dos congressistas na aprovação da Reforma da Previdência.