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A técnica desenvolvida pela Universidade de SP, a USP, em parceria com o Hospital do Câncer de Barretos, é menos invasiva que os métodos tradicionais, como o toque retal. Sem falar no baixo custo: no máximo cinco reais por teste.

Os pesquisadores criaram um biossensor composto por couro, tubos de carbono e até um pó existente na casca do camarão. O equipamento analisa células do paciente coletadas do sangue ou da urina.



Em entrevista, os pesquisadores responsáveis explicaram, ainda, que o biossensor vai além do diagnóstico. Ele é capaz de identificar o câncer de próstata em estágio inicial e até a predisposição do paciente em desenvolver a doença.

O biossensor se mostrou eficiente em todos os testes realizados até agora. Porém, ele ainda está em processo de patente e não há prazo para que o equipamento chegue ao mercado.