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Caracterizada por comprometer áreas do sistema nervoso, a síndrome de Machado-Joseph poderá entrar para o grupo de doenças consideradas graves pela Legislação Brasileira.

De origem genética, a síndrome afeta os movimentos e o equilíbrio, provoca dificuldade para engolir, falar, enxergar e segurar objetos, além de outros sintomas.



Proposta em análise na Câmara dos Deputados pretende garantir que os pacientes passem a ter benefícios como auxílio-doença e saque do Fundo de Garantia, entre outros.

O autor do projeto, deputado Marreca Filho, do Patriota do Amazonas, lembra que a síndrome Machado-Joseph é progressiva, incapacitante e não tem cura.

Uma das vítimas foi o ator global Guilherme Karan, que morreu em 2016, aos 58 anos de idade, após dois anos de internação.

Com maior número de casos nos Açores, em Portugal, a doença é afeta um a cada 100 mil habitantes no Brasil



A proposta que pretende incluir a síndrome Machado-Joseph no grupo de doenças raras tramita em caráter conclusivo na Câmara Federal.

O texto será analisado pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.