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Ex-senadora Marta Suplicy vai responder à Justiça Eleitoral de São Paulo por suposto pagamento de caixa 2 nas eleições de 2010 e 2016, e mesada de 200 mil reais da JBS.

A derrubada do foro privilegiado atende pedido da Procuradoria Geral da República, acatado pelo ministro do STF, Celso de Mello para que a investigação siga em primeira instância.



Em agosto do ano passado, Marta Suplicy se desfiliou do MDP, partido onde ficou por três anos, após 33 no Partido dos Trabalhadores. Na época, a então senadora anunciou que não disputaria a reeleição.

A ex-senadora é acusada, segundo delação de Joesley Batista, da J&F, de ter recebido 500 mil reais por doação da JBF para a campanha ao Senado, em 2010, declarados ào TSE.

E recebido, por fora, outros 500 mil.

Ainda segundo o delator, entre 2015 e 2016 a empresa pagou mesada de 200 mil reais para a campanha à Prefeitura de São Paulo, por meio do executivo Florisvaldo Caetano.



Segundo o Estadão, Marta Suplicy reconhece o recebimento dos valores declarados à Justiça Eleitoral, mas nega ter recebido quaisquer outras doações.