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A Vara de Execuções Criminais de Taubaté, no interior de São Paulo, suspendeu as saídas temporárias da prisão de Suzane von Richthofen, presa por ter sido mentora do assassinato de seus pais, em 2002.

Condenada há 39 anos, ela já cumpre pena no regime semiaberto desde 2015 e conquistou o direto ao benefício das saídas temporárias por bom comportamento.

No entanto, em dezembro, durante a saidinha de Natal, ela foi flagrada e detida pela PM em festa de casamento em Taubaté.



O Ministério Público entrou com ação pedindo que a justiça avaliasse a questão, já que ela foi flagrada em endereço diferente do indicado à Justiça, que era a casa da família do namorado, em Angatuba, também no interior de São Paulo.

Na decisão, a Vara de Execuções Criminais de Taubaté considerou como agravante o fato de Suzane já ter informado endereço falso anteriormente, numa saída de Dia das Mães em 2016.

Na época, como punição, ela ficou na cela solitária por 10 dias e respondeu a processo administrativo.

Com a mais recente decisão, Suzane von Richthofen perde as três próximas ‘saidinhas’: Páscoa, Dia das Mães e Dia dos Pais.

Ela só deve voltar a sair da prisão no Dia das Crianças, em outubro, mas o direito à retomada do benefício depende do bom comportamento dela no sistema prisional.