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Primeiro de outubro foi o Dia Mundial da Urticária, doença caracterizada por vergões vermelhos e salientes na pele, que costumam coçar muito.

Eles são resultado de uma reação alérgica provocada por alimentos, remédios, picadas de insetos, ou outros fatores.



O coordenador do Departamento Científico de Urticária da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, Régis Campos, diz que a doença pode ser aguda, com duração de até seis semanas, ou crônica, quando os sintomas demoram mais tempo para desaparecer.

Na forma aguda, há risco de o paciente apresentar angiodema, um inchaço repentino, que geralmente afeta as pálpebras e os lábios.

Uma das complicações é quando a garganta é afetada e o inchaço provoca o bloqueio das vias respiratórias.

Outro quadro grave é a anafilaxia, reação alérgica que envolve todo o corpo e pode colocar a vida da pessoa em risco.



Já na urticária crônica, as lesões podem ser espontâneas, sem que se identifique o que as provocou, ou induzidas, desencadeadas por fatores externos específicos.

Ao perceber algum dos sintomas, é importante procurar um médico alergista para que ele indique o melhor tratamento.