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Provocada por uma bactéria, a coqueluche tem como principal sintoma a tosse seca e severa, seguida por uma ingestão aguda de ar que soa como um grito.

A prevenção é feita por meio da vacina tríplice clássica, a DPT, que também protege contra o tétano e a difteria.



A imunização ocorre aos dois, quatro e seis meses de idade, com doses de reforço aos 15 meses e aos cinco anos.

Mas apesar de a vacina fazer parte do Calendário Oficial de Vacinação do Ministério da Saúde, o Brasil ainda registra casos da doença.

O risco de contrair coqueluche ocorre principalmente quando há contato próximo com o doente, por meio da saliva, quando ele tosse, ou por objetos que utilizou.

A maioria dos casos ocorre com crianças que ainda não completaram o primeiro ano de vida e os primeiros sinais aparecem entre cinco e dez dias após o contágio.



A doença compromete o aparelho respiratório, principalmente a traqueia e os brônquios e, em casos mais graves, pode levar à morte.

Em caso de suspeita de coqueluche, é importante procurar o pediatra ou pneumologia para que seja feito o diagnóstico e iniciado o tratamento.

A doença tem cura, mas como é muito perigosa para as crianças, pode exigir internação.