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A avaliação é de uma porta-voz da Organização Mundial da Saúde, que destacou a necessidade de checagens rigorosas sobre a eficácia e segurança dos imunizantes.

Margareth Harris disse que, até agora, nenhuma das candidatas a vacina que estão em testes clínicos avançados demonstrou sinais claros de eficácia no nível mínimo de 50%, buscado pela OMS.



Segundo a autoridade de saúde, a fase três dos testes clínicos, na qual se encontra a maior parte dos estudos mais avançados, tem que ser mais longa, porque é necessário avaliar efetivamente o grau de proteção e segurança da vacina.