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Pela primeira vez a rede social popular WhatsApp admitiu o envio maciço de mensagens ilegais, contratadas por pacotes de serviço automatizado, foi utilizado nas eleições do ano passado.

A declaração veio do gerente de políticas públicas da plataforma, Ben Supple, em palestra no Festival Gabo.



O executivo disse que a atuação de empresas de envios maciços de mensagens violaram os termos de uso do WhatsApp para atingir um grande número de pessoas.

Supple também condenou os grupos políticos da plataforma acessados por links que distribuem conteúdos políticos, e mencionou a maioria deles, relacionada ao governo Bolsonaro.

Segundo a Folha de São Paulo, o gerente do WhatsApp disse que a plataforma desencoraja o uso de listas de transmissão e alertou os usuários da rede social a não entrar em grupos que não conhecem os integrantes.

Ele reconheceu a influência do app nos processos eleitorais, o que justificou o monitoramento das campanhas na Índia, Indonésia e no Parlamento Europeu no primeiro semestre.